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Na Ilha de Marajó (PA), juventude rural paraense

Na Ilha de Marajó (PA), juventude rural paraense debate participação política e direitos da agricultura familiar

Publicado: 10 Julho, 2018 - 10h41 | Última modificação: 10 Julho, 2018 - 10h58

Escrito por: Assessoria de Comunicação CONTAG - Lívia Barreto

Fetagri/Pa
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Juventude Rural Paraense na Ilha do Marajó/PA

A participação do jovem na política e nas eleições gerais de 2018, as politicas públicas com foco na educação no campo, saúde com especial atenção às doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), relações de gênero e sucessão rural e o Programa Jovem Saber foram alguns dos temas presentes no I Festival Regional da Juventude Rural da Regional do Marajó, realizado pela Fetagri-PA.

O evento reuniu nos dias 7 e 8 de julho cerca de 150 jovens no Sítio Viegas, no município de Melgaço, nas Ilhas do Marajó, no Pará, e contou com a participação da secretária de Jovens da CONTAG, Mônica Bufon, e do secretário de Organização e Formação Sindical da CONTAG, Carlos Augusto Silva (Guto). Os facilitadores e realizadores do Festival foram o vice-presidente e secretário de Jovens da FETAGRI-PA, Moisés Santos, e a secretária Geral e secretária de Mulheres da FETAGRI-PA, Camila Castro.

Além dos diálogos e oficinas com o educador popular da Rede ENFOC-PA Antônio Pedro, a assistente Social Ieda Gomes e a professora de Língua Portuguesa e Espanhol Jane Lúcia, o primeiro dia desse encontro de jovens foi marcado também pela mística de abertura, que trouxe a valorização dos costumes marajoaras e a representação simbólica das águas, florestas e produtos da Agricultura Familiar. A manhã do segundo dia foi dedicada à integração da juventude rural marajoara por meio do esporte e, à tarde, foi realizado diálogo sobre o Programa Jovem Saber, o sindicalismo para nossos(as) jovens rurais e a importância do  envolvimento da juventude na Marcha das Margaridas 2019.
 
“Foi ótimo poder participar com nossa juventude nestes dois dias, onde teve muito debate de fortalecimento para nossa juventude, integração da juventude desta região, troca de experiência e animação. Foi uma experiência muito bacana”, afirma a secretária de Jovens da CONTAG, Mônica Bufon. “Também foi uma boa oportunidade para divulgar e fortalecer o Programa Jovem Saber, que é um importante instrumento de organização dos(as) jovens nos municípios”, completou a dirigente. 
Para o secretário de Organização e Formação Sindical, Carlos Agusto Silva, o I Festival Regional da Juventude Rural da Regional do Marajó representa um marco político e histórico importante para a retomada do trabalho de base do MSTTR. “Foi um momento importante também para os jovens se empoderarem para fazer a sucessão rural e resistir às consequências desse golpe. Não tenho dúvida que outros seminários serão reproduzidos no estado do Pará para que essas ações possam fazer a mobilização necessária para o Festival da Juventude, em 2020”, afirma Guto. 

De acordo com o Vice-presidente e Secretário de Jovens da Fetagri-PA, e Secretário de formação da CUT/PA, Moisés Santos, “estar presente no I festival da juventude marajoara é de extrema importância. Nesses dois dias debatemos o empoderamento da juventude no movimento sindical, na política partidária e fortalecimento do Jovem Saber, além de momentos de interação e de momentos lúdicos de esporte e lazer. Isso tudo fortalece a luta da juventude”.
 
Para a secretária Geral e secretária de Mulheres da Fetagr-PA, Camila Castro, debater a importância da juventude na perspectiva de fortalecer a sucessão rural ainda é um desafio dentro do MSTTR para as mulheres e homens jovens. “Reafirmar que o empoderamento da juventude é fundamental para o fortalecer a retomada e a organização  da luta que garanta qualidade de vida na região que tem pouco acesso às políticas públicas. É um desafio tremendo, principalmente no momento conjuntural do país, de retiradas de direitos que estamos vivendo desde o golpe a presidenta Dilma e a todos que lutam por um governo popular. Nós, enquanto jovens Marajoaras dos Campos, florestas e águas, reafirmamos a nossa luta  por direito a democracia”, afirma Camila.

FONTE: CONTAG e Fetagri-PA

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