• TVT
  • RBA
  • Rádio CUT
MENU

Ato contra reforma da Previdência em Belém encerrou em frente ao INSS

A concentração foi na Praça da República. Os manifestantes seguiram depois em caminhada até a sede da Gerência Executiva do INSS. A CUT Pará marcou presença desde a organização do ato

Publicado: 06 Dezembro, 2017 - 07h37

Escrito por: CUT Pará

notice

  Na ensolarada manhã desta terça-feira (05/12), trabalhadores e trabalhadores das mais diversas categorias saíram às ruas de Belém contra a reforma da Previdência de Temer. 

   A concentração foi na Praça da República, no centro. Depois os manifestantes saíram em caminhada pela avenida Presidente Vargas até o prédio da Gerência Executiva do INSS, na avenida Nazaré. Para a servidora do Instituto, Ruth Gaia, essa reforma pode afetar drasticamente o serviço público e acrescenta: "ela corta recursos, terceiriza, precariza o trabalho e faz com que corramos um sério risco de ter a carreira extinta."

   Ana Mel, do Sindicato dos Trabalhadores do INSS (SINTPREVS), é incisiva quando perguntada sobre qual segmento da sociedade perde mais se a reforma passar: "Todos. Essa reforma é a destruição das políticas públicas constitucionais. Ela representa a violação dos direitos sociais."

   Martinho Sousa, Secretário de Organização da CUT Pará, denuncia a propaganda criminosa do governo Temer nos meios de comunicação: "Primeiramente essa propaganda mente pra classe trabalhadora, diz que não vai reduzir o tempo para aposentadoria mas não diz que hoje a contribuição de quinze anos garante 80% do salário. Com essa reforma reduz para 60%.".

   Euci Ana Gonçalves, Presidenta da CUT Pará avaliou positivamente o ato desta terça-feira e anuncia: "Não descansaremos enquanto houver ameaça sobre os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. Dia 11 de dezembro vai ser ainda maior."

    Ocorreram protestos em outros municípios paraenses, como Altamira, na região do Xingu, e Abaetetuba, no nordeste paraense. Em Marabá, sudeste do estado, a 500 quilômetros de Belém, primeiro houve uma aula pública na chamada "Nova Marabá", para que populares pudessem tirar dúvidas sobre a reforma. Depois os manifestantes fizeram caminhada por algumas ruas.

carregando
carregando